O tema é complexo e espinhoso. Em tempos de pós-verdades, textões no facebook e conflitos escandalosos entre “coxinhas” e “mortadelas”, gostaria de propor aos queridos leitores uma visão prática e fabulosa (com o perdão do trocadilho) para o nosso “lindo e triste Brasil”. Não usarei referências de economistas, sociólogos ou políticos. A alma inspiradora desse micro-artigo é Jean de La Fontaine (1621 – 1695), poeta e fabulista francês, que adaptou a fábula da Cigarra e a Formiga, atribuída originalmente ao Esopo.

 

Ressalto que faço aqui minha adaptação e interpretação livre da clássica fábula. O meu foco é exclusivamente no perfil estereotipado das formigas, focando em suas virtudes e não em seus vícios, conforme destacado na fábula original.

 

Nosso país clama por mais formigas e menos cigarras. Formigas, que não esperem o governo resolver todos problemas como um “grande pai” protetor. Formigas, que trabalhem e zelem pelo bem do país, que valorizem mais o esforço e o trabalho e menos o jeitinho e a malandragem. Formigas, que saibam que o coletivo é o resultado da iniciativa e atitude individual.

 

Essa é a visão prática: pensar um país e não um partido. Pensar um projeto de país e não um projeto de mandato.

 

Formigas do Brasil, ao trabalho!

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