Um sistema falho e arcaico impõe sua tirania de alienação, onde o aluno não tem chance de se defender e nem muito menos de aprender, só tem duas opções, baixar a cabeça, como um asno frente ao poderio imperialista de um regime disfarçado de “acadêmico” ou desistir relutante, e não aceitar a violência da inteligência natural e própria do ser humano. A ordem nacional é “nota dez sem saber dez por cento”, formando pessoas com diplomas que atestam a escravidão da mente.

Presos as regras e conceitos retrógrados, inventados para controlar ou parar o desenvolvimento do intelecto, professores dão continuidade ao extermínio do gênio humano e a aniquilação de toda e qualquer forma de criatividade, criando em seus alunos uma consciência alienada, construída a favor dos interesses da indústria hegemônica que dita o que deve ser ensinado e como deve ser aprendido. Onde só a academia é detentora de toda forma de conhecimento e rejeita qualquer outra ideia contrária a ordem e ao progresso da sociedade.

Não há raiva ou indignação, ou mesmo revolta, só a razão que luta contra a barbárie de um sistema opressivo, imperialista e unilateral, que trabalha por anular a intelectualidade humana em seus estudantes e os obriga a um esquema ultrapassado, com um único objetivo, o de manter sua hegemonia sobre a massa discente, preparando suas mentes para uma vivência inerte, propícia ao controle através da confusão mental.

Socialismo ou capitalismo, comunismo ou democracia, não importa, todos são conceitos obsoletos construídos e dominados pela indústria hegemônica, usados para controlar de um jeito ou de outro a essência humana, não cabem mais a ordem mundial e impedem o progresso humano, só existem para dividir e incitar ao ódio e preconceitos as civilizações. Impondo, desde o berço até a formação universitária, o seu produto, a inteligência artificial.

Assim, professores, mestres e doutores são plastificados e plastificadores da intelectualidades de seus discípulos acadêmicos, forjando e preparando pessoas artificiais para se submeterem ao domínio imperialista dessa indústria hegemônica. Mas o ser humano é indomável, a sua alma é livre e autossuficiente, rejeita toda forma de opressão e repudia a escravidão no seu âmago, busca para si a experiência do conhecimento e formula seus próprios conceitos.

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