A Cida, velha empregada de minha mãe, tinha diversas tiradas para todo o tipo de situações.
Quando li sobre o atentado em Orlando e depois fiquei recebendo análises de cientistas políticos e dos habituais palpiteiros políticos (as duas categorias se misturam) me veio à mente uma das tiradas da Cida: “Pimenta nos óio dos outros é refresco”.
O triste jogo de interesses no Oriente Médio é movido por 2 lados no tabuleiro.
De um lado estão todos aqueles que crêem que os “infiéis” representam o mal. E seu livro de regras (como qualquer jogo, tem que haver regras) é o Alcorão. E o Alcorão prega sem distorções as regras básicas “deles”: sura 3:capítulo 32 – Obedeça a Deus e ao Mensageiro. Mas, se recusarem – então, de fato, Deus não gosta dos descrentes. Sura 5: capítulo 33 – O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo. Sura 5: capítulo 37 – Quererão sair do fogo; porém, nunca dele sairão, pois sofrerão um suplício eterno.
Do outro lado do tabuleiro estão os “outros”. Poderíamos denominá-los “coxinhas”do contexto mundial. Pois são os países do “civilizado” e clássico mundo ocidental. É a França e seu romantismo… a Inglaterra e sua classe… a Dinamarca e seu Índice de Progresso… a Alemanha e sua altivez… e por aí segue a longa lista. Nesta lista incluímos também, os intelectuais, a grande mídia, e, até… Caetano Veloso.
São todos aqueles que evitam usar certos termos como “terrorismo islâmico” ou “ataque mulçumano” mesmo quando os agressores bradam o tradicional lema “Alah U Akhbar” (Deus – Alá – é Grande). São todos aqueles cheios de termos e abordagens politicamente corretas. São aqueles que apregoam boicote à Israel; que falam dos jovens palestinos mortos mas omitem que foram mortos após investirem e matarem pacatos idosos numa cidadezinha qualquer de Israel. Que “confundem” um ataque terrorista apoiado pelo Hezbollah em um restaurante no centro de Tel Aviv com um “tiroteio”, como fez a CNN…
Mas, quando chega a vez deles (aqueles que chamei de coxinhas), os “óio” começam a arder de verdade, já que a “Sharia” (conjunto de leis do Alcorão) não poupa ninguém, como ocorreu em Nova Iorque, Madrid, Paris, Bruxelas e Orlando. Até os “irmãos” dos “outros”, lá no Egito, não são poupados.  Aí aparecem os Trumps da vida. E os Caetanos Velosos se escondem debaixo da mesa.

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