Finalmente São Paulo tem alguém em seu comando e para desespero daquele pessoal diferenciado que pensa o mundo dos bares da Vila Madalena, João Dória está indo muito bem em apenas 17 dias como Prefeito da maior cidade do Brasil.

Em um curto período de tempo Dória já deu amostras de que veio para revolucionar a forma de gerir a coisa pública. Prometeu em campanha e em apenas alguns dias já começou a por as promessas em prática. Se será governador em 2018? Tenho lá minhas dúvidas se não será presidente a depender dos rumos que tomar a Operação Lava-Jato, mas isso é assunto para outro dia.

São Paulo está sendo finalmente limpa. Depois de anos de degradação durante a gestão Haddad é possível finalmente ver uma luz no final do túnel. Pichação voltou a ser pichação, ciclofaixa voltou a ser algo secundário e a saúde voltou a estar em primeiro plano.

Dória logo em seus primeiros dias já fez parceria com os melhores hospitais da cidade para zerar a fila dos exames do sistema público. Hospitais do gabarito do Albert Einstein e Sírio Libanês aderiram ao projeto. O povo está sendo atendido onde o prefeito provavelmente também é.

Parcerias com hotéis foram feitas para reformar e adequar os albergues da cidade. Criando-se áreas para que os moradores de rua possam guardar suas coisas e até um canil para que possam deixar seus animais de estimação. Em duas semanas o prefeito dos “ricos” fez mais pelos pobres do que o prefeito legalzão e preocupado com o social fez em 4 anos.

Além da parceria com os hotéis foi anunciada há alguns dias outra parceria com o setor privado para que doações de sabonetes e shampoos sejam doados aos moradores de rua. É a dignidade voltando para toda a população.

Por fim chegou a vez do Cidade Linda. Preocupado com a degradação que São Paulo vem sofrendo nos últimos anos o prefeito praticamente declarou guerra aos pichadores que tomaram conta da cidade. Estimulados pelos relativismos produzidos pelos intelectuais de esquerda, o picho foi colocado no patamar de arte e até certo sentido foi estimulado nos últimos tempos.

A intelectualidade falará em repressão da expressão de “artistas”, que a cidade se tornará mais cinza, etc, etc, etc. Pois bem, para os que assim pensam eu digo: que os ditos “artistas” parem de se “expressar” nos muros e paredes alheias e pichem suas próprias casas ou locais em que os proprietários dão a devida autorização, como já vem sendo feito por diversos grafiteiros. Além de sujar a cidade a pichação traz diversos prejuízos para comerciantes e particulares que precisam gastar dinheiro para repintar suas paredes após os atos de vandalismo. Pichação não é arte, é sujeira, é gasto do dinheiro alheio e imposição da expressão do pichador à coletividade. São Paulo não pode estar a mercê da vontade de uma minoria que em certo sentido chega a ser autoritária.

Dentre as parcerias que João Dória vem fazendo chama muito a atenção as feitas com os consulados da França e Japão para a revitalização do Largo do Arouche e da Liberdade, sem dinheiro público, apenas fazendo com que o privado contribua para seu entorno.

A organização de mutirões  também merecem nosso elogio. Tais ações podem imputar na cabeça dos moradores a necessidade de se zelar pelo espaço em que vivem. São Paulo não só precisa, mas merece novos bancos, iluminação, pintura e zeladoria.

De minha parte a operação Cidade Linda deve continuar, em apenas alguns dias é nítida a melhora na autoestima do paulistano trabalhador que volta a sonhar em viver em uma cidade mais evoluída e organizada. A cidade do trabalho e da riqueza anseia por voltar a ser a cidade do trabalho e da riqueza e não do relativismo moral e politicamente correto.

Termino concordando com os que dizem que o marketing da Prefeitura tem se aproveitado demais das ações em que Dória se veste de gari ou de pintor, mas complemento afirmando que com certeza é preferível ter um prefeito que finge ser gari a um petista que fingia ser prefeito.

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